Este Blog foi feito para quem gosta realmente de cerveja!! Das tradições e das festa da Oktoberfest!!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
FOCA NA OKTOBER!
Faltam apenas 26 dias, amig@s!
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
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segunda-feira, 26 de março de 2012
The Great Amateur South Beer Cup
Categoria: Universo da CervejaAs cervejas sulamericanas estão cada vez melhores e inventivas, sem dúvidas. Porém, nem tudo são flores e é sempre preciso olhar para frente para tornar os eventos cervejeiro impecáveis. Como é de se esperar, alguns problemas foram ocorrem, dentro do normal de qualquer evento. Porém, o The Great South Beer Cup errou mais do que podia. Esse post não visa, de forma alguma, tirar os méritos dos vencedores, que aliás, foram mais do que justos, mas o objetivo é apenas refletir e melhorar. Sou fã declarado, e sempre fui, da Wäls e de tantas outras vitoriosas. Também foi justo ver cervejarias brasileiras menos badaladas levando diversas medalhas e menções, prova de que estão evoluindo.
Não bastasse o nome, que nada tem a ver com uma competição sulamericana, o The Great South Beer Cup teve erros primários. Com um time de jurados de alto nível, é bom deixar claro, o evento pecou em diversos pontos na sua organização. Começou a premiação sendo apresentado apenas em espanhol, gerando uma sensação de desconforto entre todos os que assistiam, na imensa maioria brasileiros. Todos se olhavam tentando entender o que estava sendo anunciado enquanto Martín Boan gritava de forma estridente os vencedores. Ninguém entendia o vencedor do prêmio ou sequer que medalha era, deixando os próprios competidores brasileiros atônitos. E as piadas e gritaria do apresentador quando a medalha era de uma cervejaria argentina trazem um ar de parcialidade que não cabe a um prêmio tão valorizado pelos brasileiros. Foi do público a intervenção para que Sady Homrich apresentasse o prêmio ao lado do argentino.
Naquele momento, a comunicação melhorou, mas ainda assim Martin continuava querendo aparecer mais do que os próprios vencedores. Quando ele subiu na caixa de retorno para anunciar mais um prêmio, e a caixa balançou, foi um frisson na plateia que àquele momento estava visivelmente incomodada. Não bastasse tudo isto, havia uma criança no palco que gritava ao microfone, corria livremente e tocava bateria enquanto acontecia a premiação, com o consenso da organização. Depois, quando repreendido, o menino começou a chorar e recebeu de Martin Boan o seu microfone (ligado, é importante frisar) para que ela pudesse gritar e falar o quanto quisesse. Um amadorismo e falta de seriedade que não cabem em um evento que busca criar uma credibilidade de ser uma real termômetro das cervejas da América do Sul.
Mas não parou por aí. A Bierland foi chamada para receber a medalha numa categoria que sequer concorreu, a Dunkel. Depois que os supostos vencedores subiram ao palco constrangidos, foi anunciado que a medalha era da Bierbaum. Outro fato ainda não explicado foi a medalha de bronze na categoria Amber/Red Ale para a Bierland. Como explicou Paulo Bertiol, da Bierland, a cerveja inscrita foi a Vienna Lager, na categoria Red/Amber Lager. O que será que aconteceu, então?
Outras categorizações foram, no mínimo, estranhas. A Göttlich Divina levou prata na categoria Pilsen, sendo que a versão comercial leva guaraná na receita. Se esta cerveja foi a enviada como vai ao mercado, deveria estar concorrendo na categoria Specialty Beer. Da mesma forma, a Medieval, da Backer, uma blonde ale, foi inscrita como Specialty Beer quando havia a categoria Blonde Ale.
É importante ressaltar que quem escreve este texto, além de jornalista e editor do site da Homini lúpulo, estive concorrendo com a Hi-5 Black IPA, da 2Cabeças. O fato de não termos levado uma medalha para casa de maneira alguma contribui para esta séria crítica ao evento. Acredito profundamente na qualidade e isenção dos jurados e nenhum questionamento aqui foi pela qualidade das cervejas que ganharam. E não tenho dúvida que cervejas do nível de Wäls Brut e Perigosa IPA são algumas das melhores do Brasil. Como concorrente, fiz questão de não me aproximar da área de julgamento para que o trabalho de jornalista não se misturasse ao de cervejeiro, portanto não busquei as informações de bastidores sobre como as coisas ocorreram.
A esperança é que este tipo de premiação de profissionalize dando força e apoiando o crescimento do setor. Foi vergonhoso para nós, como brasileiros e representantes do setor vermos tamanho amadorismo assim, na frente de milhares de pessoas que foram ao evento. E, claro parabéns ao vencedores, que nada tem a ver com o que foi visto lá e muitos estavam, assim como eu, constrangidos com tudo o que foi visto.


Blumenau 26 março 2012.
Festival Brasileiro da Cerveja se consolida
no calendário de eventos do país
O 4º Festival Brasileiro da Cerveja finalizou no sábado com saldo altamente positivo. Em quatro dias, o público conferiu cerca de 500 rótulos da bebida, apresentados em mais de 80 estandes no Setor 2 do Parque Vila Germânica. Também saboreou diversidade gastronômica e se divertiu com grupos musicais de diferentes estilos.
Em quatro dias, o festival reuniu 22.509 pessoas, sendo que o dia mais movimentado do evento foi no sábado, dia 24. No último dia, 9.343 pessoas visitaram o pavilhão. De acordo com o presidente da Vila Germânica e da comissão organizadora do festival, Norberto Mette, o total de visitantes estava dentro da expectativa, que era de 22 mil a 25 mil pessoas.
Norberto lembra que o festival foi um sucesso, pois agradou a todos, especialmente os cervejeiros. O evento também tornou a cidade mais conhecida Brasil afora. O manifesto das cervejarias contra os altos tributos, realizado na sexta-feira, segundo Norberto, também serviu para chamar a atenção da mídia para Blumenau.
Vitrine
O festival é uma importante vitrine para os empresários do ramo. Alguns cervejeiros que vieram pela primeira vez como caseiros, este ano retornaram como microcervejarias. Outros não escondem o desejo de voltar no próximo ano para o festival também como empresa.
É o caso da caseira F#%*ing Beer. O proprietário, Anuar Tarabai diz que o plano é voltar em 2013 como cervejaria artesanal. "Já estamos trabalhando para isso". Ele conta que o evento é uma grande vitrine, pois permite o contato direto com o público. "Com certeza, participar do festival de Blumenau tem sido importantíssimo para nós", afirma.
Gastronomia
Ao contrário das primeiras edições, este ano o Festival Brasileiro da Cerveja privilegiou a gastronomia local. Foram seis pontos de alimentação, que registraram um movimento intenso em quatro dias, especialmente na sexta e no sábado. Alguns dos estabelecimentos viveram a experiência pela primeira vez e aprovaram.
O curso de Gastronomia da Furb, por exemplo, foi um dos pontos mais procurados. O marrequinho recheado foi o item que mais teve saída: foram 2.400 unidades vendidas. "Como experiência, nossa participação foi excelente", revelou a coordenadora do curso Suzana Wascheck.
Também pela primeira vez no Festival, o restaurante Pepper Jack/Figueira vendeu além do esperado, conta o sócio-proprietário do Pepper, Vinícius Berssiani, que elogia a qualidade do público do evento. "Muito boa, mesmo", disse.
Fonte: Norberto Mette, presidente da Comissão Organizadora do Festival Brasileiro da Cerveja - 47 33265-6901 / 9968-9895.
Tânia Rodrigues
Assessoria de Comunicação
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